A CULTRA também no Algarve!

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2 horas semanais ilegais no horário de milhares de professores

Como se “poupa” 600 milhões na Educação

Por exemplo, o Ministério diminui violentamente as transferências de verbas para as escolas: o aluno e o professor passam a suportar eles as compras de papel; escolas que necessitam e têm previsto no seu quadro 10 ou 12 funcionários funcionam com 50 ou 60% do pessoal e a vigilância dos alunos deixa de ser feita por pessoas e passa para o controlo à distância através de câmaras de vigilância. Um sistema policial substitui a relação educativa.

Por exemplo, o Ministério não cumpre a lei. Prevê o Estatuto da Carreira Docente um regime que reduz progressivamente o número de aulas semanais do professor, em função da suas idade e antiguidade, destinando‑as a outro tipo de tarefas. Com as alterações recentes daquele ECD, criou‑se um regime de transição que adapta os direitos dos professores com 15 ou 20 anos de antiguidade e com 50 ou 55 anos de idade, respetivamente, ao novo quadro legal. Continuar a ler

O Bicho da Madeira

O buraco financeiro escondido e agora descoberto na Madeira mais parece tratar-se de um caso de polícia a ser resolvido pelas entidades competentes e, não fosse também os algarvios terem de contribuir para o tapar, não seria, decerto, merecedor de perda de tempo no nosso Faro pela Esquerda.

Só que Alberto João Jardim, o principal protagonista dos desmandos – os quais tanto critica nos outros –, tem a desfaçatez de empurrar com a barriga o problema para a frente e, como já era, aliás, de esperar, culpa os outros das asneiras que o próprio comete.

Tudo isso se toleraria, vindo de quem vem, ainda por cima no calor da animação circense onde Jardim faz agora de vítima nos intervalos dos comícios-espetáculo em que, invariavelmente, faz de bobo. Continuar a ler

Bloco de Esquerda nas autarquias do Algarve

LAGOS trabalho articulado entre a Associação de Pais da Escola EB 1 n.º2,  secretariado da Coordenadora Distrital do BE e o seu grupo parlamentar evita encerramento da unidade de ensino LAGOA eleitos do BE em Assembleia Municipal defendem alteração da linha ferroviária regional dotando a cidade de Lagoa de uma ligação à actual rede ferroviária, proposta aprovada por unanimidade naquele órgão. TAVIRA membro do BE na Assembleia Municipal questiona aquele órgão acerca da instalação dos apoios de pesca há muito esperada pela comunidade piscatória local. OLHÃO Assembleia Municipal de Olhão aprova recomendação do deputado Rui Filipe do BE para a reparação do alcatrão utilizado para a prática de atletismo por atletas locais. PORTIMÃO o grupo municipal do BE propõe primeira hora gratuita de estacionamento na cidade como forma de contribuir para a revitalização do comércio local.

A Parque Escolar em Faro – Secundárias João de Deus e Tomás Cabreira

A escola pública merece bons edifícios escolares, que sirvam o ensino. A Parque Escolar apostou em edifícios com toques de luxo, em soluções economicamente irracionais e em opções de baixa funcionalidade.

Materiais de revestimento do chão e paredes caros e de trabalhosa manutenção de limpeza, persianas de elevadores elétricos de manutenção exigente, a demolição de um anfiteatro de construção recente, bem equipado e de dimensões adequadas à escola, para construção de uma nova unidade, são exemplos de desperdícios luxosos da reconstrução da João de Deus.

Mas também a opção por um sistema de circulação forçada do ar por motores elétricos, que, na Secundária de Évora, implicou o gasto, num só período escolar, da verba total do ano para consumo de eletricidade. Continuar a ler

Câmara de Faro aumenta rendas

Macário Correia apresenta contas e conclui que aqui e ali as rendas desceram. Só que, pelas próprias contas apresentadas pela autarquia, a média das rendas vai passar de 48,71 para 106,96 euros, ou seja, um aumento médio de mais de 100%.

Uma sociedade só pode entender-se como verdadeiramente moderna e democrática se nela estiver contemplado, entre outros direitos fundamentais, o direito à habitação.

O 25 de Abril abriu uma janela de esperança para que as camadas mais desfavorecidas da população pudessem almejar, após a progressiva erradicação dos bairros degradados, a condições de habitação condigna.

Também em Faro, com o 25 de Abril, se deram importantes passos civilizacionais nessa área, permitindo o acesso generalizado à habitação. Continuar a ler